quarta-feira, 8 de julho de 2015

Reinaldo pede a ministro foco em logística de transporte e qualificação

Reinaldo pede a ministro foco em logística de transporte e qualificação


Melhorar as condições de logística, para escoamento de produção, e levar capacitação sobre novas tecnologias a pequenos e médios produtores. Estas são algumas das necessidades que o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), apresentou ao ministro de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, em reunião na manhã desta quarta-feira (8), em Campo Grande.

A agenda é a primeira após a criação, no começo do mês em Goiânia (GO), do Movimento Brasil Central, que reúne os governos do Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal) e do Tocantins. O objetivo é criar uma política específica para região, focado no desenvolvimento econômico.
Reinaldo mostrou preocupação com o modelo de concessões do governo federal na área de transporte. Disse haver projetos de interesse para o Estado, como ramal ferroviário de bitola dupla entre Três Lagoas e Aparecida do Taboado, não contemplados nos planos atuais da União.
Outro problema apontado por Reinaldo é com relação às hidrovias. Ele diz que, priorizando a geração de energia elétrica, trechos na Tietê-Paraná e no Rio Paraguai estão ficando muito tempo sem operação, prejudicando o escoamento da produção agropecuária sul-mato-grossense.
“É preciso levar tudo isso para o governo federal, para que ele entenda a situação do Brasil Central. É preciso que os Estados se unam para isso”, pontua Reinaldo.  Em relação ao modelo de escoamento, os pontos principais são necessidades de melhorar o transporte multimodal, implantar os corredores bioceânicos e incrementar a aviação regional.
Além da questão logística, o governo de Mato Grosso do Sul defende uma ofensiva na educação. Uma das sugestões, disse Reinaldo, é expandir o chamado ‘sistema S’, que envolve Sesc e Senai, por exemplo, para implementar cursos de capacitação sobre “tecnologias futuras de produção” a pequenos e médios produtores.
Foram abordados ainda temas como recuperação de pastagens e fontes de financiamento para o setor. Há a ideia de estabelecer uma fonte própria de recursos na seara dos objetivos do Movimento Brasil Central, além do uso das já existentes, como o FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ações da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste).

Novas agendas

Unger disse que até agosto, quando está prevista nova agenda entre ele e os governadores,em Mato Grosso, deverá apresentar de forma mais delineada as demandas específicas de Mato Grosso do Sul. Em linhas gerais, a missão do ministro é estudar formas de “tornar o Brasil Central, que tem grande potencial de produção, em modelo vanguardista de produção e educação para o Brasil”.
Há outros encontros previstos para discutir a questão, para os meses de outubro e novembro, em Brasília (DF). O ministro reforça que o planejamento em questão visa, principalmente, voltar ações às áreas que o governo chama de “cidades consideradas regiões médias do Brasil”, como foco em tecnologia e educação.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

20 franquias para quem pode investir até 20 mil reais

20 franquias para quem pode investir até 20 mil reais



Dinheiro: pessoas seguram notas de Real

São Paulo - Muitos empreendedores buscam o franqueamento como uma forma de tocar uma pequena empresa, já que a modalidade dá uma sensação maior de segurança do que abrir um negócio próprio.  
Para quem quer ter uma franquiae não tem muito capital disponível, as marcas com baixo investimento são as mais atrativas.
Antes de investir, o empreendedor deve pesquisar a fundo sobre o negócio, conversar com outros franqueados e fazer uma avaliação financeira.
Veja, a seguir, 20 redes de franquias que oferecem modelos com investimento inicial de até 20 mil reais. As informações foram fornecidas pelas próprias redes franqueadoras.

domingo, 5 de julho de 2015

Setor de serviços fecha 2014 com menor crescimento histórico

Setor de serviços fecha 2014 com menor crescimento histórico


Transportes de carga


Rio - A receita bruta do setor de serviços cresceu 6,0% em 2014, a menor taxa histórica da série, iniciada em 2012, mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira, 20. Em dezembro, houve crescimento de 4,2% sobre dezembro de 2013.
Entre as atividades, a menor evolução foi observada no segmento de serviços de informação e comunicação, cuja receita nominal subiu 3,4% em 2014 em relação ao ano anterior.
Os serviços de transportes, serviços auxiliares de transportes e correio cresceram 6,4% na receita nominal no ano passado. Esse dado, bruto, não desconta a inflação acumulada no período.

Também registraram avanço na receita nominal em 2014 ante 2013 as atividades de outros serviços (6,8%), serviços profissionais, administrativos e complementares (8,5%) e serviços prestados às famílias (9,2%).
Mensal
Na comparação mensal, em dezembro de 2014 uma das atividades que registraram queda nominal na receita em relação a dezembro de 2013 foram os serviços de informação e comunicação, com recuo de 1,2%. Isso quer dizer que, mesmo sem descontar o efeito de aumento de preços, o segmento ficou no vermelho.
Registraram crescimento de receita nominal em dezembro de 2014 ante igual mês de 2013 os serviços prestados às famílias, com alta de 8,9% (a maior taxa nesta comparação desde agosto de 2014, quando subiu 9,0%), os serviços profissionais, administrativos e complementares (10,9%), os serviços de transportes, auxiliares dos transportes e correio (4,8%) e outros serviços, com elevação de 3,2% (a menor taxa nesta base desde junho de 2014, quando a alta foi de 1,1%).
Pesquisa
A PMS foi inaugurada em agosto de 2013, com série histórica desde janeiro de 2012. A pesquisa produz índices nominais de receita bruta, desagregados por atividades e com detalhes para alguns Estados, divididos em quatro tipos principais: o índice do mês frente a igual mês do ano anterior; o índice acumulado no ano; o índice acumulado em 12 meses; e o índice base fixa, comparados à média mensal obtida em 2011.
Ainda não há divulgação de dados com ajuste sazonal (mês contra mês imediatamente anterior), pois, segundo o IBGE, a dessazonalização requer a existência de uma série histórica de aproximadamente quatro anos.
Tópicos: IBGEEstatísticasInfraestruturaLogísticaSetoresServiços diversos




http://exame.abril.com.br/economia/noticias/setor-de-servicos-fecha-2014-com-menor-crescimento-historico

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Indiana Videocon prevê investir US$ 2,5 bi no Brasil

Indiana Videocon prevê investir US$ 2,5 bi no Brasil


Petróleo


Londres - A indiana Videocon Industries planeja investir 2,5 bilhões de dólares em projetos de petróleo e gás no Brasil nos próximos dois ou três anos, disse o presidente do grupo, como parte da estratégia de expansão de negócios.
"A descoberta de petróleo no Brasil é quatro vezes maior do que qualquer campo de petróleo na Índia... Isso é só o começo", disse o bilionário Venugopal Dhoot à Reuters no intervalo de um evento do setor.
Um consórcio que inclui a Videocon e a Petrobras encontrou no início deste ano uma nova reserva de petróleo leve na Bacia de Sergipe, na costa do Nordeste brasileiro.

A Videocon, que tem a maior parte de sua receita proveniente de negócios com bens de consumo duráveis, ampliou a atuação em petróleo e gás nos últimos anos, com investimentos em países como Austrália e Indonésia.
Nos próximos três anos, a Videocon, que também atua em telecomunicações e energia, será conhecida como uma empresa de petróleo e gás, disse Dhoot em uma recente entrevista a um jornal indiano.




http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/indiana-videocon-preve-investir-us-2-5-bi-no-brasil

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Sudeco tem R$ 7 bi e quer empresas para investir em logística de MS


Durante 3º reunião do Comitê de Articulação, superintendente afirma que Sudeco quer atrair empresas para realizar obras de infraestrutura logística.(Fotos: Assessoria)

Sudeco tem R$ 7 bi e quer empresas para investir em logística de MS



Com recursos de R$ 7,2 bilhões, a Sudeco(Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste) quer atrair empresas para executar obras de infraestrutura logística nos modais ferroviário, aeroviário, hidroviário e ferroviário, além de estrutura de armazenagem, em Mato Grosso do Sul. Do total disponível para investimento, R$ 6 bilhões são referentes do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) e R$ 1,2 bilhão doFDCO (Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste).
O superintendente da Sudeco, Cleber Ávila falou sobre o tema hoje, durante a 3º reunião do Comitê de Articulação das Secretarias da Área de Atuação da Superintendência, em Campo Grande. Ávila declarou que o foco foi discutir o desenvolvimento regional, as potencialidades e oportunidades que a Superintendência, em parceria com os governos e setor produtivo, para que possa alavancar novos negócios para a Região Centro-Oeste. "Estamos com foco muito forte na infraestrutura e logística, pois não adianta só produzirmos, nós precisamos industrializar e também escoar essa produção", comentou.
O 1º vice-presidente regional da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Luiz Cláudio Sabedotti Fornari, defendeu mais recursos para investimentos na faixa de fronteira do Estado com Paraguai e Bolívia. “Entendemos que, somente com a industrialização, vamos criar oportunidades de desenvolvimento dessa região, que já está marcada pela violência e precisa reverter esse quadro", ressaltou.
Segundo a Fiems, Fornari informou ainda que as indústrias de celulose e papel são responsáveis por metade dos R$ 33 bilhões que começam a ser investidos em Mato Grosso do Sul e, por isso, a importância de discutir esse segmento. "Nesse sentido, a Fiems, em nome do setor produtivo, espera que os projetos de desenvolvimento para a industrialização da faixa de fronteira e de apoio às indústrias de celulose e papel sejam acolhidos pela Sudeco”, analisou.
Para o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Jaime Verruck, a reunião pontuou as diretrizes do FCO para 2016 e comentou que o momento é de priorizar. “Fizemos uma avaliação do Fundo até agora e definimos quais as mudanças que podemos realizar ainda neste ano para beneficiar o setor produtivo e, dessa forma, conseguir aplicar 100% dos recursos na nossa economia. Agora, cabe a nós mostrar que esse recurso é fundamental para a diversificação da economia estadual por meio de investimentos dos setores industrial, comercial e de serviços”, finalizou.


http://www.campograndenews.com.br/economia/sudeco-tem-rs-7-bi-e-quer-empresas-para-investir-em-logistica-de-ms

ALL tem prejuízo de R$ 229 milhões no 1º trimestre

ALL tem prejuízo de R$ 229 milhões no 1º trimestre


Prédio da América Latina Logística (ALL)

São Paulo - A América Latina Logística (ALL) teve prejuízo líquido de 229 milhões de reais de janeiro a março, divulgou na noite de segunda-feira, ante resultado positivo de 7,2 milhões de reais no mesmo período um ano antes, segundo resultado reapresentado.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), totalizou 255,2 milhões de reais, baixa de 37,4 por cento na mesma base de comparação.
O resultado do primeiro trimestre da empresa ainda foi divulgado separadamente ao da Rumo Logística, já que a união das empresas para formar a Rumo ALL começou na prática no início de abril.

terça-feira, 30 de junho de 2015

7 dicas para melhorar a logística do seu negócio

7 dicas para melhorar a logística do seu negócio

Funcionário controlando o estoque da empresa (logística)


São Paulo - Você já desistiu de comer em um restaurante porque a comida demora para ficar pronta, ou porque sempre tem algum item do menu em falta?
Seus clientes se sentem da mesma forma quando suas expectativas não são cumpridas.
É cada vez mais necessário que as empresas encontrem métodos para aumentar sua eficiência produtiva ou que desenvolvam alguma vantagem competitiva em relação a seus concorrentes, ou serão engolidas pelo mercado em pouco tempo.

Uma boa gestão da cadeia de suprimentos (supply chain) reflete em um aumento de sua eficiência e, por consequência, no aumento da satisfação de seus clientes.
Um modelo de gestão de cadeia de suprimentos deve incluir maneiras de aumentar o rendimento de todas as etapas logísticas que levam até a satisfação do cliente final.
São elas: planejamento do equilíbrio entre oferta e previsão de demanda; seleção e relacionamento com fornecedores; fabricação do produto; armazenagem do produto; entrega do produto; devolução do produto pelo cliente, caso necessário; e serviço de atendimento ao cliente.
Confira abaixo dicas sobre como otimizar alguns elementos da supply chain em sua empresa.
1. Agilidade e controle da linha de produção podem te ajudar a resolver problemas
Primeiro, é necessário que a organização tenha todos os seus processos mapeados, pois somente assim a gestão terá controle total de sua produção.
Neste processo, quanto mais números e informações você tem, mais fácil identifica fragilidades na sua supply chain – por exemplo, se você demora mais que a concorrência para realizar determinada atividade, ou se é dependente de um fornecedor, o que te deixaria em posição desfavorável para negociar custos e prazos.
Mantendo um bom acompanhamento do início ao fim, é possível até prever e agilizar a resolução de possíveis problemas.
2. Compartilhe seu sistema de gerenciamento da cadeia de suprimentos com os fornecedores
A falta de produtos em estoque é um problema para as organizações, mas o contrário — o excesso de produtos — também é prejudicial.
O excesso implica em maiores custos, e possivelmente maiores perdas (em especial para produtos perecíveis).
Compartilhar seus sistemas da cadeia de suprimentos com seus fornecedores pode acabar com esse problema, uma vez que eles devem produzir e entregar de acordo com seus números de controle, à medida que seus estoques forem atingindo níveis mais baixos.
Para que isso funcione de maneira eficiente, é preciso contar com a tecnologia, para que o fornecedor tenha acesso à sua base de dados.
Os processos de ambas as organizações devem estar conectados, pois, caso não estejam em sincronia e vocês estejam contando somente com essa plataforma, a disponibilidade e a demanda estarão descasadas.
3. Melhore suas previsões de demanda para evitar faltas e desperdícios
Outra forma de gerir melhor sua cadeia de suprimentos é melhorando as previsões de demandas, tanto internas quanto externas.
Não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. E melhor, sempre, é ter o time por dentro da logística te ajudando.
A princípio, o melhor método de se prever a demanda é olhar para o passado e analisar o histórico de vendas da empresa.
Assim, se você quiser prever a demanda para o mês de julho, verifique os números relativos ao mês de julho do ano anterior, aplicando comparativos de crescimento dos períodos anteriores.
Com isso, chegamos até um primeiro rascunho de nossa projeção, que vai ganhando forma na medida em que outros fatores, como a flutuação do mercado e a possibilidade de imprevistos, são agregados a esta equação.
4. Identifique e se alie a parceiros inovadores e eficientes
Procure parceiros comerciais nos quais você enxerga capacidade inovadora, que demonstram potencial para lhe ajudar no desenvolvimento de novos processos ou que consigam de alguma forma contribuir para melhorar a eficiência no seu negócio.
E nem sempre tamanho e fama são essenciais. Às vezes, apostar nas promessas do setor – aquele fornecedor pequeno que ainda está construindo sua reputação – pode oferecer belas surpresas quanto a inovação, comprometimento e capacidade de entrega.
5. Integre as equipes envolvidas na sua cadeia de suprimentos
Para uma boa gestão da cadeia de suprimentos, é importante a integração das projeções de vendas feitas no planejamento estratégico da organização a outras etapas, como o planejamento de operações e produção, e também as finanças, com os custos orçamentários, fluxos de caixa e investimentos, garantindo assim um único plano de ação conciso e completo.
Até o marketing pode ser integrado, pois você pode conseguir monitorar quais campanhas de marketing tiveram melhor retorno, considerando a época de veiculação, as condições de mercado, fabricação e distribuição de peças e componentes, tudo sob a ótica da cadeia de suprimentos.
O planejamento de operações, alinhado com as vendas, pode oferecer o melhor ponto de equilíbrio entre a demanda dos clientes e a capacidade produtiva da organização.
6. Use um único software de gestão para a cadeia de suprimentos
Via de regra, a escolha de um software é um dos pontos mais importantes para sua gestão. Pesquise e escolha um software completo, integrado e utilizável para todos os âmbitos da sua organização.
Utilizar poucos (preferencialmente um) softwares garante mais eficiência e agilidade nos processos, além de minimizar possíveis erros humanos e situações inesperadas.
7. Monitore o desempenho dos seus fornecedores
Seus fornecedores são seus parceiros de negócio, e muitas vezes (em especial caso você possua poucos ou apenas um fornecedor de dado produto), a falha de um fornecedor pode ser suficiente para empacar o fluxo da cadeia de suprimentos, lhe causar um rombo orçamentário ou o descontentamento de seus clientes.
Por isso, vale estar sempre monitorando as atividades de seus fornecedores, garantindo sua eficiência, sua capacidade produtiva e seus bons resultados, resguardando assim qualquer erro vindo de fora da organização.
Para que uma organização se mantenha no topo, ela precisa estar sempre atenta não somente ao seu ambiente interno, mas também a todos aqueles envolvidos de alguma forma em seu processo produtivo, fazendo as devidas adequações e inclusive substituições, quando necessário.
E você, empreendedor, já vinha dando a devida atenção à cadeia de suprimentos de sua organização? Os processos de supply chain da sua empresa já estavam todos integrados?
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